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Considerações gerais sobre a Febre Amarela

 
A febre amarela é uma doença viral que tem causado ao longo da história grandes epidemias na África e nas Américas. Nas Américas ela é endêmica em nove países da América do Sul e em várias ilhas do Caribe. O Brasil, juntamente com a Colômbia, Venezuela, Bolívia, Equador e Peru são considerados os países onde há maior risco de transmissão.

A doença pode ocorrer em dois diferentes contextos, o urbano e o silvestre. A febre amarela urbana é transmitida ao homem pela picada do mosquito Aedes aegypti, infectado após picar um outro ser humano. Esta forma de febre amarela já foi um grave problema no Brasil, mas graças ao trabalho e dedicação de cientistas como Oswaldo Cruz, foi erradicada e, só agora, quase cem anos depois, vivemos a ameaça de sua reintrodução em nossas cidades.

Já a febre amarela silvestre é transmitida pela picada dos mosquitos Haemagogus, que se encontram nas matas, bosques, selvas e florestas e foram infectados após picar um animal silvestre, geralmente um macaco. Por ser transmitida por mosquitos, a febre amarela é conhecida como uma arbovirose (do inglês Arthropod Born Viruses). É impossível eliminar a febre amarela silvestre já que não temos controle sobre o mosquito transmissor, nem sobre seus hospedeiros, os macacos.

A febre amarela em seres humanos, seja a silvestre ou a urbana, pode se apresentar com diferentes graus de gravidade: da infecção leve e moderada até formas severas ou fulminantes.

Embora exista uma vacina segura e efetiva, utilizada com sucesso há mais de 60 anos, ultimamente tem se observado o aumento do número de pessoas infectadas sendo, por este motivo, a febre amarela um sério problema de saúde pública.

Manifestações clínicas

É uma doença infecciosa aguda que pode apresentar um quadro clínico, em sua fase inicial, que pouco se diferencia de outras viroses, mas, posteriormente, evolui para um quadro mais grave. A febre amarela tem um período de incubação, de três a seis dias, sem sintomas aparentes e pode apresentar-se sob duas formas clínicas: leve ou inaparente (representa 90% dos casos) até a mais grave, que é fulminante.

Na fase inicial dos sintomas, o quadro clínico da febre amarela se caracteriza por febre, calafrios, dor de cabeça, dores generalizadas no corpo, prostração geral acompanhada de náuseas e vômitos. Com estes sinais e sintomas, que duram entre 3 e 4 dias, podem acontecer duas situações: a evolução natural para a cura e recuperação ou, após um período de acalmia, o surgimento da fase de maior gravidade que leva o paciente a apresentar sinais e sintomas de falência de sistemas e órgão vitais, principalmente fígado e rins.

Quando o fígado é atingido o paciente apresenta várias formas de hemorragias pelas gengivas, pelo nariz, pelos ouvidos, pela boca, (vômitos – hematêmese e pelo intestino - melena). A pele fica amarela, o que é chamado de icterícia. Quando o rim é comprometido o paciente apresenta diminuição do volume da urina (oligúria) e mesmo sua ausência (anúria). Observa-se também um sinal que constitui a característica da doença, um pulso lento, mesmo na presença de febre elevada (pulso paroxístico).

Tudo isso ocorre em um período que dura em torno de três a cinco dias podendo o paciente, se for bem assistido em unidade hospitalar, vir a se recuperar.

Infelizmente, em torno de 15% das formas graves da febre amarela poderão, em 24 horas, entrar na fase terminal e chegarem a morrer.

Na febre amarela, o diagnóstico precoce, ou seja, feito com rapidez e precisão, e uma assistência médica de boa qualidade, podem ser a diferença entre a vida e a morte.

Como pode ser confundida com outras doenças, o diagnóstico da febre amarela depende das informações prestada pelo paciente e familiares, principalmente a informação de ter freqüentado no período anterior áreas onde existe o risco de transmissão da doença (informação epidemiológica). Doenças como a malária, leptospiroses, hepatites fulminantes podem ser confundidas com a febre amarela (diagnóstico diferencial).

Existem, ainda, outras febres hemorrágicas de origem viral que também devem ser consideradas, uma delas é o próprio dengue hemorrágico.

O diagnóstico da febre amarela precisa ser confirmado por exames laboratoriais para que medidas adequadas de proteção à saúde coletiva possam ser implementadas.

Diagnóstico laboratorial

O diagnóstico é feito com uma única amostra de sangue , colhida a partir do sexto dia de doença. Esse exame (sorologia) vai permitir detectar a presença de anticorpos contra o vírus amarílico recentes (Imunoglobulina M - IgM) e confirmar o diagnóstico de febre amarela. Este é um exame bastante sensível e quando realizado, com amostras de sangue colhido na época correta, é muito importante para o resultado.

Um outro exame importante, em termos de saúde pública, é o isolamento do vírus. Não se deve perder a oportunidade de colher sangue ou fragmento de fígado (em situação de óbito), nos primeiros seis dias de doença, para a realização desse exame. É o isolamento do vírus que nos permitirá a confirmação absoluta do diagnóstico.

Outros exames podem ser realizados, dependendo da situação, local e época em que o caso foi notificado. Por exemplo: se as autoridades sanitárias foram informadas de um caso suspeito de ser febre amarela depois do óbito, pode ser realizada a necropsia, que possibilitará a realização do exame histopatológico do tecido do fígado e rins.
Esse exame permite realizar técnicas que confirmarão o caso de febre amarela, assim como poderá estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças semelhantes já mencionadas aqui.

O Brasil é um país auto-suficiente no diagnóstico da febre amarela, ou seja, não depende de outros países para realizar os exames que a confirmam. Contamos com uma rede de laboratórios públicos, coordenados pelo Centro Nacional de Epidemiologia da Fundação Nacional de Saúde/CENEPI/FUNASA e dela participam o Instituto Evandro Chagas/Funasa/ PA , o Instituto Adolfo Lutz/SESA/SP e o Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ/RJ que são considerados laboratórios de mais alta qualificação, o que significa estarem aptos para a realização das técnicas mais avançadas na identificação do vírus (sequenciamento genético). Esses laboratórios são reconhecidos como Centros Colaboradores pela Organização Mundial da Saúde/OMS e servem de referência para laboratórios de todo o mundo. Os laboratórios da rede pública estão preparados para atender as necessidades da vigilância epidemiológica e sanitária de acordo com sua capacidade e distribuição por área de abrangência, conforme pode ser verificado pela análise do anexo constante.

Medidas de Controle

Vacinação:
A principal estratégia de controle da febre amarela é a vacinação. A vacina é segura e oferece uma proteção contra a doença em torno de 100%. A vacinação é considerada como obrigatória pela OMS para as pessoas que se dirigem a áreas com risco de transmissão. De acordo com a última publicação da OMS, datada de janeiro de 2000, 124 países exigem o certificado de vacinação para viajantes que se deslocam ou transitam por esses países. O modelo do certificado válido pode ser visualizado em anexo.

Nas áreas endêmicas de febre amarela, a vacina é aplicada na rotina, em dose única, aos nove meses de idade, com reforço de 10 anos. Em situações especiais de intensa transmissão em áreas endêmicas (resolução 1/2000 de 24 de fevereiro), a vacinação é recomendada a partir de seis meses de idade.
A proteção oferecida pela vacina, após a primeira dose (primovacinação) só ocorre cerca de 7 a 10 dias. Este período corresponde ao tempo necessário para que ocorra a formação dos anticorpos protetores contra o vírus amarílico.

A vacina contra a febre amarela está contra-indicada em pessoas que tenham apresentado, ao longo da vida, reações alérgicas ao ovo de galinha (proteína do ovo), em pessoas portadoras de imunodeficiência (congênita ou adquirida), principalmente pessoas infectadas pelo vírus HIV (sintomáticos e assintomáticos). Está também contra-indicada em pessoas fazendo uso contínuo de medicamentos a base de corticosteróides, quimioterápicos, transplantados, gestantes e ainda, em crianças menores de seis meses de idade.

Assim como em outras vacinas, é possível surgirem reações adversas leves e moderadas à vacinação contra a febre amarela. De 2 a 5% das pessoas vacinadas apresentam um pouco de dor de cabeça, dor muscular e febre baixa no período de 5 a 10 dias após a vacinação. Reações de hipersensibilidade imediata, do tipo de coceira e vermelhidão no corpo (urticária e rush) e asma não são comuns, ocorrendo em menos de 1/1.000.000 de pessoas principalmente entre pessoas com história de alergia ao ovo de galinha.

Diante da atual situação em que o país vem atravessando com a ocorrência de casos de febre amarela em algumas áreas bem delimitadas e o alto índice de infestação pelo Aedes aegypti em muitos municípios brasileiros, o Programa Nacional de Imunizações tem adotado intensificação de vacinação em todo território nacional.

Além da vacinação outras medidas de controle do vetor tem sido adotadas para controlar a presença do Aedes aegypti nas áreas urbanas do país. Dentre as medidas mais importantes para redução do risco de transmissão da febre amarela e do dengue ressaltamos a participação popular na redução do número de criadouros – recipientes descartáveis, vasos com plantas aquáticas, reservatórios de água sem cobertura, pneus, garrafas – e a execução de políticas municipais de coleta e destinação adequada de resíduos sólidos (limpeza urbana). Além disso são recomendadas medidas de controle químico dos vetores com uso de inseticidas . O uso do fumacê no ambiente urbano e peri-urbano tem sido uma das principais atividades de campo da FUNASA e que, aos poucos, está sendo repassada para a responsabilidade dos estados e municípios .

Notificação

A necessidade de uma vigilância epidemiológica atenta, rápida e dinâmica é muito importante para o controle da doença e proteção da coletividade.

Toda pessoa não vacinada, procedente de uma área reconhecidamente infectada, representa um risco de introdução numa área onde haja infestação pelo Aedes aegypti. Por este motivo é feita a exigência do certificado de vacinação de todos os viajantes que se deslocam para áreas endêmicas ou movimentam-se de uma cidade para outra onde não existe a doença e exista o vetor (Aedes aegypti).
A febre amarela é uma doença de notificação internacional de acordo com as normas e o regulamento da OMS e qualquer caso suspeito deve ser comunicado imediatamente às autoridades sanitárias federal, estadual ou municipal, pelo meio de comunicação mais eficiente e disponível no momento – fax, telex, telefone, email ou outros. Mediante esta notificação as autoridades sanitárias devem realizar, em tempo hábil, a investigação epidemiológica de cada caso suspeito para procurar sua confirmação e para implementar as medidas de proteção individual e coletiva.

A investigação epidemiológica impõe rapidez para detecção do caso, atendimento precoce e imediato ao paciente e adoção das medidas de controle. Um óbito exige providências imediatas para esclarecimento e confirmação do diagnóstico pelas técnicas laboratoriais específicas disponíveis.

FONTE: www.anvisa.gov.br - 16/02/2002



ÁREAS DE RISCO PARA FEBRE AMARELA

Anexo I

Áreas geográficas de origem para as quais devem ser exigidos Certificados Internacionais de Imunização contra Febre Amarela por ocasião da concessão de vistos para ingresso e permanência no país, para as quais adota-se a vacinação contra a Febre Amarela segundo situação epidemiológica e avaliação de risco.

ÁFRICA
Angola
Benin
Burkina Faso
Camarões
Costa do Marfim
Rep. Dem. Do Congo
Gabão
Gâmbia
Ghana
Guiné
Libéria
Nigéria
Serra Leoa
Sudão

AMÉRICA DO SUL
Bolívia
Colômbia
Equador
Gguiana Francesa
Perú
Venezuela

Fonte: Weekly Epidemiological Record: nº19 de 10/05/2002.



Emissão do certificado internacional de vacinação

O Certificado Internacional de Vacinação é emitido nos postos de portos, aeroportos e fronteiras da:

ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
SEPN 515, Bloco B, Edifício Ômega / Brasília (DF) - CEP 70.770-502
Telefone (PABX): (61) 448-1000

Atendimento ao Usuário: (61) 448-1326 / 448-1327
Horário de Atendimento: 9h às 12h e de 13h às 16h
Site: www.anvisa.gov.br

PARA A EMISSÃO DO CERTIFICADO... basta apresentar um documento de identidade e o cartão nacional de vacinação contra febre amarela. Se o interessado não tiver o cartão de vacinação, poderá adquirir tomando a vacina em um dos postos de vacinação dos Estados.

VALIDADE... a vacina tem validade por 10 anos, após 10 dias da sua primeira inoculação. O Certificado Internacional segue esses prazos.

A necessidade de apresentação do Certificado Internacional de Vacinação tem base legal no Regulamento Sanitário Internacional, no Decreto 87, de 15 de abril de 1991 e na Portaria SNS 28, de 27 de abril de 1993.

ATENÇÃO... a vacina, bem como a emissão do Certificado Internacional de Vacinação, são gratuitos.

FONTE: www.anvisa.gov.br - 16/02/2002


Postos de vacinação no Brasil

ACRE
-Aeroporto Internacional do Rio Branco - Br. 364 Km 18 - Fone: (68) 211.1068 / 211.1069

-Aeroporto de Cruzeiro do Sul - Estrada do aeroporto - Rodovia AC/ km 12

-Posto de Fronteira de Brasiléia - Rua Pedro Pereira s/n º - Fone : ( 68) 546.3177

-Posto Portuário de Cruzairo do Sul - Av. Copacabana s/n PAM - Fone: (68) 322.4330

-Posto Portuário de Rio Branco - Ed. Epaminondas Jácome 1863 - Bairro Cadeia Velha

ALAGOAS
-Aeroporto Campos dos Palmares - Av. Rotaray, nº 652, Tabuleiro do Pinto/Rio Largo - CEP: 57.050.480 - Fone: (82) 322.2319
Svsaeroporto@sidon.com.br

-Porto de Maceió - Ed. da Administração do Porto - Rua Sá e Albuquerque S/N

AMAZONAS
-Aeroporto Internacional Eduardo Gomes - End. Av. Santos Dumont, 1350 B. Tarumâ - CEP.: 69.049.600 Fone: (92) 652.1498

-Posto Portuário de Manaus - End. Sala da COVISA/Porto

-Porto Portuário Itacoatiara - Av. Mário Andreaza, 1557 - Bairro Santo Antônio

-Posto de Fronteira de Tabatinga - Posto da Policia Militar da Fronteira

AMAPÁ
-Aeroporto Internacional de Macapá - Rua Hildemar Maia, s/nº- Santa Rita - Macapá - AP - CEP: 68.900.490 - Fone: (96) 223.4475

-Posto Portuário de Santana - No posto de atendimento da FNS/Santana

-Posto de Fronteira de Oiapoque - Rua Norberto Panafort, 321 B. do CEA - Oiapoque/AP - Fone: (96) 521.1169

BAHIA
-Aeroporto Internacional Dep. Luis Eduardo Magalhães 1º piso Salvador - Fone: (71) 377-3138

-Porto em Salvador - Av. da França nº 1551 – Cidade Baixa (comércio)

-Posto Aeroportuário de Ilhéus - Av. Canavieiras nº 253 – Centro- CEP: 45.600.000 Fone: (73) 231-4025

-Posto Portuário de Ilhéus-BA - Posto Volante no Posto de Malhado Ilhéus - End. Av. Canavieiras n.º 253 centro - Fone: (73) 231.4025

-Posto Aeroportuário de Porto Seguro - Estrada do Aeroporto s/n - Porto Seguro – BA - Fone: (73) 288.3177

CEARÁ
-Coordenação de Vigilância Sanitária - Rua Rosário 283 - 4º andar - sala 409 / centro- Fortaleza/CE - Fone: (85) 4526018/452 6023

-Posto Portuário de Forteleza - Rua do Rosário 283, 4º andar, Sala 412 – Centro - Fortaleza CE

DESTRITO DEDERAL
-Aeroporto Internacional de Brasília Desembarque Internacional - CEP:71.608-900 Fone: (61) 365.1438/1220

-Ministério da Saúde - Posto de Vacinação - Esplanada dos Ministério Bl. "G" - Anexo Térreo - Fone: (61) 351.2337

ESPÍRITO SANTO
-Posto Aeroportuário de Vitória - Av. Fernando Ferrari s/n Goiabeiras - Fones: (27) 327.0811ramal 175

GOIÁS
-Aeroporto Santa Genoveva - Praça Capitão Frazão, nº 913-Sta. Genoveva - Goiânia CEP: 74.672.410 - Fone: (62) 264.1011

-Aeroporto Caldas Novas - Rua São Paulo, Q. 1,85 S - Fone: (62) 453.4846 453. 3572

MARANHÃO
-Aeroporto Marechal Cunha Machado - Av. dos Libaneses, s/n.º São Cristóvão
São Luís – Maranhão CEP: 65.055.710 - Fone: (098) 245.7636

-Coordenação de Vigilância Sanitária - Rua Alexandre Moura nº 182 - Cep. 65.025-470 - Fone: (98) 221.4382 - São Luiz / MA

-Porto de Itaqui - Av. dos Portugueses s/nº - Bairro: Itaqui - São Luiz / MA

MINAS GERAIS
-Sede da Coordenação de Vigilância Sanitária - Posto de Vacinação Anti-Amarílica - Rua Rio de Janeiro 1200 Centro - Mezanino sala 37
Cep. 30160-040 - Fone: (31) 689 2009 - msmgsvs@net.em.com.br svssede@net.em.com.br

-Aeroporto de Belo Horizonte Pampulha - Praça Bagatelli s/n Bairro Aeroporto - Fone: (31) 443 1818

MATO GROSSO DO SUL
-Aeroporto Internacional de Campo Grande - Av. Duque de Caxias s/nº - Campo Grande – MS CEP: 79.101.000 - Fone: (67) 763-2232 - Svs.erba@pantanalnet.com.br

-Posto Portuário, Aeroporto e de Fronteira de Corumbá - Rua Ladácio, 788 - Cep. 79303-030

-Aeroporto de Ponta Porã - Rua Batista de Azevedo, 770 Bairro Aeroporto - Fone: (67) 431 3789 ramal 221

MATO GROSSO
-Aeroporto Internacional Marechal Rondon - Av. Ponce de Arruda s/nº -2º piso Aeroporto - Bairro Aeroporto Várzea Grande – MT - CEP: 78.110.000 Fone: (65) 682-4611

PARÁ
-Coordenação de Vigilância Sanitária Pará - Rua Senador Manoel Barata n.º 869, térreo - Fone: (91) 223 2068 - Erepam@nautilus.com.br

-Posto Portuário de Belém - Av. Marechal Hermes s/nº - Bairro Reduto - CEP: 66.600.000 - Fone: ( 091) 222.6079

-Aeroporto Internacional de Belém - Av. Júlio César, s/n Bairro de Val-de-Cans - CEP: 66.123.370 Fone: (91) 257.0055

PARAÍBA
-Posto Aeroportuário Presidente Castro Pinto - Bayeux-PB, na grande João Pessoa s/nº - João Pessoa – PB - Fone: (83) 232.2766 CEP: 58.308.000

PERNAMBUCO
-Aeroporto Internacional de Guararapes - Praça Min. Salgado Filho s/nº Imbiribeira - Fone: (81) 462.4954 Fax: 341.1085 - CEP: 51.210.010 mgc@fisepe.com.br

-Aeroporto de Petrolina - Br. 235 Km 11 – Petrolina - Fone: (81) 863 1514

-Posto Portuário de Suape - Engenho Massangana km 10 Rod. PE 60 - Ipojuca - Cep. 55590-000

-Porto de Recife - Praça Arthur Oscar s/nº - Bairro do Recife - CEP: 50030.150 - Fone:(81)224.0217/425.5278 - Fax: 4241750

PIAUÍ
-Coordenação de Vigilância Sanitária - Rua João XXIII - Jockey Clube - CEP: 64.000.180 - Fone: (086) 221-3074 Fax: 221-9676

-Posto Aeroportuário de Teresina - Rua Centenário s/nº - Bairro Aeroporto s/n Fone: (86) 221 6696

-Posto Aeroportuário de Parnaíba - Rua Melvin Jones n.º 1325 B. Pindorama - Fones: (86) 323 2067 - 0800/12:00

-Porto de Tatus - Praça São Pedro s/n - CEP.: 64.244-000 - Ilha Grande - PI

PARANÁ
-Aeroporto Internacional Afonso Pena - Av. Rocha Pombo, s/n Bairro Aeroporto - São José dos Pinhais - CEP: 83.010-620 - Fone: (41) 381-1815 Fax: (041) 381-18/14

-Posto de Paranaguá - Rua Manoel Bonifácio, 309 - Bairro: Centro Paranaguá – Paraná - CEP: 83.203-979 - FONE:/FAX (41) 423.3227

-Aeroporto de Foz do Iguaçu - Rodovia das cataratas s/n - Fone: (45) 223 3538

-Posto de Fronteira de Foz de Iguaçu - EADI / CODAPAR - Fone: (45) 5221422

-Curitiba - Fundação Nacional de Saúde Pública (041)304-1158
Rua: Candido Lopes, 220 - centro

RIO DE JANEIRO
-Coordenação de Vigilância Sanitária - Setor de Vacinação de Febre Amarela - Rua México, nº 128- Térreo- Centro

-Aeroporto Internacional Galeão – Antônio Carlos Jobim - Estrada do Galeão s/n – AIRJ - Fone: (21) 398-4575 / 398-3040

RIO GRANDE DO NORTE
-Coordenação de Vigilância Sanitária - Av. Alexandrino de Alencar, 1402, Tirol - CEP: 59.015.350 Natal- RN - Fone: (084) 211-4468 Fax: 211.4380
svsrn@digi.com.br

-Posto Aeroportuário Agusto Severo - Parnamirim-RN CEP. 59 150.000 - Fone: 84 643 1794 - 643 1906 - 14:00/18:00

RONDÔNIA
-Aeroporto Belmont - Av. Lauro Sodré s/n –Belmont - CEP. 78.900-000 - PVH/RO - Fones: (69) 2255904

-Posto Portuário de Porto Velho - Vacinação pelo Município, Certificado emitido pela Vigilância Sanitária

-Coordenação de Vigilância Sanitária - Rua 5 nº 167 - Prédio da FUNASA - Bairro Costa e Silva - Cep. 78900-970 - Fones: (69) 216-6128 / 2166129
Obs.: Vacinação pelo município certificado emitido pela Vigilância Sanitária/MS

-Posto de Fronteira de Guajará Mirim - Travessa Beira Rio, s/nº - Cep. 78957-000

RORAIMA
-Aeroporto Internacional de Boa Vista - Praça Santos Dumont, 3110 – Centro - CEP: 69.304.000 Boa Vista – Roraima Fone/Fax: ( 095) 623-9297

-Posto Portuário Caracaraí - Centro cultural de caracaraí s/n conj. Amajaraí II Santa Luzia

-Posto de Fronteira Pacaraima - Av. Panamericana s/n Centro - Fone: (95) 592 1473 -

RIO GRANDE DO SUL
-Aeroporto Internacional Salgado Filho - Av. dos Estados s/nº - Bairro Anchieta – Porto Alegre – RS CEP: 90.201.470 - Fone (51) 3358-2459

-Posto Portuário de Rio Grande - Rua Marechal Floriano, nº05 – 3º piso - Rio Grande- RS

-Posto de Fronteira de Santana do Livramento - BR 158 - Porto Seco – EAFI - Fone: (55) 243-3182

-Posto de Fronteira de Chuí - Rua Venezuela n.º 503, Chuí – RS

-Posto de Fronteira de São Borja - Mercovia / CVF

-Posto de Fronteira de Quaraí - Aduana General Canabarro s/n

-Posto de Fronteira de Uruguaiana - Aduana Br 290 Km 732

-Posto de Fronteira de Uruguaiana - Estação Aduaneira de Fronteira (EAFI) - Br. 290 Km 718

-Posto de Fronteira Porto Xavier - Rua Mal Floriano Peixoto s/nº - Fone: (55) 354-1016

SANTA CATARINA
-Posto Portuário de Itajaí - População Bairro São João Município Policlínica São João

-Posto Portuário São Francisco do Sul - Rua Eng. Leite Ribeiro, 782

-Posto Portuário de Imbituba - Av. Presidente Vargas, s/n Imbituba – SC - CEP: 88.780.000 - Fone: (48) 255-0846

SERGIPE
-Coordenação de Vigilância Sanitária - Av.Dr. Carlos Firpo, 147- Ed. do INSS- 14º andar – Centro/Aracaju/SE - CEP: 49.010.250 - Fone: (79) 214-2399/211-9883 - Telefax: (079) 224-4597

-Aeroporto Internacional de Aracaju - Praça Santos Dumont, s/nº - Bairro Aeroporto Aracaju/SE - CEP: 49.037.570 - Telefax: (79) 243-3998

SÃO PAULO
-Aeroporto Internacional Guarulhos - Rua Jamil João Zarif, s/nº Jardim Cumbica- Guarulhos/ SP - CEP: 07141.970 - Fone: (11) 6445-3557/6445-5281/6445-2868/6445-4433
Fax : 6445-3693 - svsgrusp@netpoint.com.br

-Aeroporto de Congonhas - Av. Washington Luis s/n Bairro Aeroporto

Aeroporto Internacional Vira Copos - Rodovia Santos Dumont, km 66 s/nº - Campinas/SP CEP: 13051.970 - Fone: (19) 725-5411 725-5407 - svsvcp@bestway.com.br

-Posto Portuário de Santos - Rua Frei Gaspar, 22 – Conjs. 11 e 12 Centro- Santos/ SP - CEP: 11010-091 - Fone: (13)219-8076 219-1367 Fax: 219-2923 - msaude14@fractal.com.br

TOCANTINS
-Aeroporto Internacional de Palmas - ARSO 41 Palmas – TO - CEP: 77.176.070 Fone (063)216.1815

FONTE: www.anvisa.gov.br - 16/02/2002

 

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